sábado, agosto 27, 2005
Loucuras loucas de um mundo pirado.
Acredito ter conseguido o inédito. Li 1984 ( Orwell ), assisti Laranja Mecânica, Nosferatu e Sin City em 2 dias. E não enlouqueci. Pelo menos por enquanto.
sexta-feira, agosto 19, 2005
Jhonny vai para a guerra 3
Vejamos a decência. Todo mundo disse que a América fazia uma luta pelo triunfo da decência. Mas a idéia de decência de quem? E decência para quem? Explique-se e diga-nos o que é decência. Diga-nos o quanto melhor se sente um homem decente morto de um homem indecente vivo. Faça uma comparação e use fatos como casas e mesas. Faça isso com palavras que possamos entender. E não nos venha falar em honra. A honra de um chinês ou de um inglês ou de um negro africano ou a de uma americano ou de um mexicano? Por favor, todos vocês sujeitos que querem que a gente lute pela preservação de nossa honra, digam-nos que diabo de coisa é a honra. É a honra americana para o mundo todo por que lutamos? Talvez o mundo não goste disso. Talvez os nativos das ilhas do sul prefiram a honra deles.
Pelo amor de Deus, dêem-nos coisas pelas quais lutar, que possamos ver, sentir, agarrar e compreender. Não mais palavras empoladas que nada significam como a pátria. Terra natal, terra pátria, lar, solo pátrio. É tudo a mesma coisa. Que adianta a terra natal da gente depois que a gente morre? Pagou-se por algo que nunca se vai receber.
E quando não puderam fisgar os homens para lutar pela liberdade, pela democracia, pela decência e pela honra, apelaram para as mulheres. Olhem só esses Alemães imundos, dizem eles, olhem só como estupraram as belas moças francesas ou belgas. Alguém tem que impedir todo esse estupro. Vamos, rapazes, alistem-se no exército e salvem as belas jovens francesas ou belgas. Assim, o sujeitinho ficava confuso e se alistava e dentro em pouco, uma granada o atingia e a vida se esvaía dele em polpa de carne vermelha e ele estava morto. Morto por uma palavra e todas a virulentas velhas da D.A.R. ( associação cívica de mulheres norte-americanas ) iam ficar roucas de tanto gritar em cima da cova dele pois havia morrido pelas mulheres.
Bem, talvez um sujeito arriscasse a vida se suas mulheres estivessem sendo estrupadas. Mas ao fazer isto, ora, estaria apenas cumprindo um contrato. Apenas dizendo que, de acordo com as idéias dele, a segurança das mulheres valia mais do que a sua própria vida. Mas nada há de especialmente nobre ou heróico a respeito disso. Era um negócio direto: a vida dele por algo que prezava mais. Era mais ou menos como qualquer outro negócio que um homem pudesse fazer. Mas quando a gente passa de nossas mulheres para todas as mulheres do mundo, então a gente começa a defender as mulheres por atacado. Para fazer isso, precisa-se lutar por atacado. E, chegando aí, a gente está outra vez lutando por uma palavra.
Quando os exércitos começam a se movimentar e as bandeiras a acenar e os refrões a espocar, cuidado sujeitinho, porque estão pisando nos calos dos outros e não nos seus. Você está lutando por palavras e não está fazendo um negócio honesto, nem trocando a vida por alguma coisa melhor. Está sendo nobre e, depois que morrer, a coisa por que trocou a vida de nada lhe adiantará e o mais certo é que não adiante para ninguém mais.
Fim das opinioes politicas alternatrivas.
To lendo 1984 do Orwell, refeltir sobre política e sociedade tá foda! :/
Pelo amor de Deus, dêem-nos coisas pelas quais lutar, que possamos ver, sentir, agarrar e compreender. Não mais palavras empoladas que nada significam como a pátria. Terra natal, terra pátria, lar, solo pátrio. É tudo a mesma coisa. Que adianta a terra natal da gente depois que a gente morre? Pagou-se por algo que nunca se vai receber.
E quando não puderam fisgar os homens para lutar pela liberdade, pela democracia, pela decência e pela honra, apelaram para as mulheres. Olhem só esses Alemães imundos, dizem eles, olhem só como estupraram as belas moças francesas ou belgas. Alguém tem que impedir todo esse estupro. Vamos, rapazes, alistem-se no exército e salvem as belas jovens francesas ou belgas. Assim, o sujeitinho ficava confuso e se alistava e dentro em pouco, uma granada o atingia e a vida se esvaía dele em polpa de carne vermelha e ele estava morto. Morto por uma palavra e todas a virulentas velhas da D.A.R. ( associação cívica de mulheres norte-americanas ) iam ficar roucas de tanto gritar em cima da cova dele pois havia morrido pelas mulheres.
Bem, talvez um sujeito arriscasse a vida se suas mulheres estivessem sendo estrupadas. Mas ao fazer isto, ora, estaria apenas cumprindo um contrato. Apenas dizendo que, de acordo com as idéias dele, a segurança das mulheres valia mais do que a sua própria vida. Mas nada há de especialmente nobre ou heróico a respeito disso. Era um negócio direto: a vida dele por algo que prezava mais. Era mais ou menos como qualquer outro negócio que um homem pudesse fazer. Mas quando a gente passa de nossas mulheres para todas as mulheres do mundo, então a gente começa a defender as mulheres por atacado. Para fazer isso, precisa-se lutar por atacado. E, chegando aí, a gente está outra vez lutando por uma palavra.
Quando os exércitos começam a se movimentar e as bandeiras a acenar e os refrões a espocar, cuidado sujeitinho, porque estão pisando nos calos dos outros e não nos seus. Você está lutando por palavras e não está fazendo um negócio honesto, nem trocando a vida por alguma coisa melhor. Está sendo nobre e, depois que morrer, a coisa por que trocou a vida de nada lhe adiantará e o mais certo é que não adiante para ninguém mais.
Fim das opinioes politicas alternatrivas.
To lendo 1984 do Orwell, refeltir sobre política e sociedade tá foda! :/
domingo, agosto 14, 2005
Jhonny vai para a guerra 2
Mas que diabos, sempre houve sujeitos lutando pela liberdade. A América luteou pela liberdade em 1776. Muitos sujeitos morreram. E, no final das contas, será que a América tem mais liberdade do que o Canadá ou a Austrália que não lutaram nem um pouco? Talvez tenha mas não estou argumentando, estou só perguntando. Será que a gente pode olhar um camarada e dizer, ele é um americano que lutou por sua liberdade e todos podem ver que ele é muito diferente do Canadense que não lutou? Não Deus meu, não se pode e está acabado. Por isso, talvez uma porção de sujeitos com esposas e filhos hajam morrido em 1776 quando não tinham necessidade de morrer de jeito nenhum. Mas de qualquer maneira, agora, estão mortos. Certo, mas isso de nada adiante. Um sujeito pode pensar em morrer daqui há cem anos e isso não o incomoda. Mas pensar em morrer amanhã de manhã e ficar para sempre reduzido a pó e fedendo na terra, isso é liberdade?
Estão sempre lutando por alguma coisa, os filhos da puta, e se alguém ousasse dizer merda à luta, é tudo a mesma coisa, uma guerra é igual à outra e ninguém lucar nada com isso, então eles começariam logo a gritar covarde. Quando não estão lutando pela liberdade, estão lutando pela independência ou pela democracia ou pela paz ou a decência ou a honra ou pela terra natal, ou qualquer coisa mais que nada significa. A guerra era para salvar a democracia, no mundo, nos países pequenos e para todos. Então se a guerra estivesse agora terminada, a democracia estaria salva no mundo. Era isso? Mas que tipo de democracia? E quanta? E de quem? Depois havia essa liberdade que os sujeitos de debaixo estavam sempre morrendo para salvar. Era a liberdade de um outro país? Liberdade para não trabalhar ou adoecer ou morrer? Liberdade para nos livrarmos de nossa sogra? Por favor, senhor, dê-nos uma nota de venda bem explícita para que possamos saber como antecedência por que estamos morrendo e dê-nos também uma primeira hipoteca ou qualquer coisa de garantia a fim de que possamos estar certos, depois de ganharmos sua guerra, de que vamos receber o mesmo tipo de liberdade pela qual fomos contratados.
Também continua...
Estão sempre lutando por alguma coisa, os filhos da puta, e se alguém ousasse dizer merda à luta, é tudo a mesma coisa, uma guerra é igual à outra e ninguém lucar nada com isso, então eles começariam logo a gritar covarde. Quando não estão lutando pela liberdade, estão lutando pela independência ou pela democracia ou pela paz ou a decência ou a honra ou pela terra natal, ou qualquer coisa mais que nada significa. A guerra era para salvar a democracia, no mundo, nos países pequenos e para todos. Então se a guerra estivesse agora terminada, a democracia estaria salva no mundo. Era isso? Mas que tipo de democracia? E quanta? E de quem? Depois havia essa liberdade que os sujeitos de debaixo estavam sempre morrendo para salvar. Era a liberdade de um outro país? Liberdade para não trabalhar ou adoecer ou morrer? Liberdade para nos livrarmos de nossa sogra? Por favor, senhor, dê-nos uma nota de venda bem explícita para que possamos saber como antecedência por que estamos morrendo e dê-nos também uma primeira hipoteca ou qualquer coisa de garantia a fim de que possamos estar certos, depois de ganharmos sua guerra, de que vamos receber o mesmo tipo de liberdade pela qual fomos contratados.
Também continua...
sábado, agosto 13, 2005
Jhonny vai para a guerra
... Pensou: aqui está você Joe Bonham, jogado como um pedaço de carne durante todo o resto da vida e para quê? Alguém batera no seu ombro e dissera, venha, meu filho, vamos para a guerra. E lá fora você. Mas para quê? Em qualquer outro negócio, mesmo na compra de um carro ou no desempenho de uma tarefa, a gente tem o direito de perguntar que é que eu lucro com isso? De outra forma a gente compra maus carros por muito dinheiro ou trabalha para tolos e morre de fome. É uma espécie de dever que a gente tem para si próprio de quando alguém diz, venha, meu filho, faça isso ou aquilo, a gente deve ficar firme e dizer, olhe aqui, senhor, porque devo fazer isso, para quem faço e o que eu vou receber no fim? Mas quando um sujeito aparece e diz, venha comigo e arrique a vida e talvez morra ou fique aleijado, ora então a gente não tem direitos. A gente não tem nem direito de dizer sim ou não ou vou pensar. Há uma porção de leis para proteger o dinheiro da gente mesmo durante a guerra, mas não há lei alguma dizendo que a vida de um homem lhe pertence.
Naturalmente que muitos sujeitos ficam com vergonha. Alguém diz, vamos embora lutar pela liberdade e assim eles vão e morrem sem sequer pensar uma só vez na liberdade. Afinal de contas, por que tipo de liberdade lutavam? Quanta liberdade? E a liberdade de quem? Lutavam pela liberdade de comer de graça sorvete com casquinha ou de roubar quem bem entendessem e quando quisessem ou o quê? A gente diz a um homem que ele não deve roubar e tira dele um pouco de sua liberdade. É preciso. Afinal de contas, que quer dizer Liberdade? Apenas uma palavra como casa ou mesa ou outra qualquer. Ma um tipo espedcial de palavra. Um sujeito diz casa e pode apontar para uma casa provando isso. No entanto, um sujeito diz vamos lutar pela liberdade e não pode mostrar a liberdade. Não pode provar aquilo que está dizendo e, ora bolas, como é que tem o direito de mandar a gente lutar por isso?
Não senhor, aquele que partiu e se meteu numa trincheira, nas linhas de frente para lutar pela liberdade foi um idiota completo e o sujeito que o mandou para lá não passa de um mentiroso. Na próxima vez que alguém viesse para ele cheio de palavrório a respeito de liberdade ... que é que queria dizer com próxima vez? Não haveria próxima vez para ele. Mas ao diabo com isso. Se houvesse próxima vez e alguém dissesse, vamos lutar pela liberdade, ele diria olha aqui, senhor, minha vida é importante. Não sou bobo e quando troco minha vida pela liberdade, preciso saber com antecedência o que é liberdade e falamos da idéia de liberdade de quem e exatamente quanto dessa liberdade vamos ter. E mais ainda , já que o senhor está tão interessado nessa liberdade, quanto deseja que eu esteja? E liberdade demais talvez seja tão ruim quanto liberdade de menos e acho que o senhor não passa de um grandecíssimo mentiroso que não sabe o que diz e já decidi que gosta da liberdade que eu tenho aqui mesmo, a liberdade de andar, ver, ouvir, falar, comer e dormir com minha namorada. Acho que gosto mais dessa liberdade do que de lutar por uma porção de coisas que jamais terei para terminar sem liberdade alguma. Terminar morto e apodrecendo antes que minha vida tenha sequer começado ou terminar como um pedaço de carne. Obrigado, senhor. Lute o senhor mesmo pela liberdade. A mim, essa daí não importa.
Continua...
Opiniões políticas alternativas...
Naturalmente que muitos sujeitos ficam com vergonha. Alguém diz, vamos embora lutar pela liberdade e assim eles vão e morrem sem sequer pensar uma só vez na liberdade. Afinal de contas, por que tipo de liberdade lutavam? Quanta liberdade? E a liberdade de quem? Lutavam pela liberdade de comer de graça sorvete com casquinha ou de roubar quem bem entendessem e quando quisessem ou o quê? A gente diz a um homem que ele não deve roubar e tira dele um pouco de sua liberdade. É preciso. Afinal de contas, que quer dizer Liberdade? Apenas uma palavra como casa ou mesa ou outra qualquer. Ma um tipo espedcial de palavra. Um sujeito diz casa e pode apontar para uma casa provando isso. No entanto, um sujeito diz vamos lutar pela liberdade e não pode mostrar a liberdade. Não pode provar aquilo que está dizendo e, ora bolas, como é que tem o direito de mandar a gente lutar por isso?
Não senhor, aquele que partiu e se meteu numa trincheira, nas linhas de frente para lutar pela liberdade foi um idiota completo e o sujeito que o mandou para lá não passa de um mentiroso. Na próxima vez que alguém viesse para ele cheio de palavrório a respeito de liberdade ... que é que queria dizer com próxima vez? Não haveria próxima vez para ele. Mas ao diabo com isso. Se houvesse próxima vez e alguém dissesse, vamos lutar pela liberdade, ele diria olha aqui, senhor, minha vida é importante. Não sou bobo e quando troco minha vida pela liberdade, preciso saber com antecedência o que é liberdade e falamos da idéia de liberdade de quem e exatamente quanto dessa liberdade vamos ter. E mais ainda , já que o senhor está tão interessado nessa liberdade, quanto deseja que eu esteja? E liberdade demais talvez seja tão ruim quanto liberdade de menos e acho que o senhor não passa de um grandecíssimo mentiroso que não sabe o que diz e já decidi que gosta da liberdade que eu tenho aqui mesmo, a liberdade de andar, ver, ouvir, falar, comer e dormir com minha namorada. Acho que gosto mais dessa liberdade do que de lutar por uma porção de coisas que jamais terei para terminar sem liberdade alguma. Terminar morto e apodrecendo antes que minha vida tenha sequer começado ou terminar como um pedaço de carne. Obrigado, senhor. Lute o senhor mesmo pela liberdade. A mim, essa daí não importa.
Continua...
Opiniões políticas alternativas...
quinta-feira, agosto 11, 2005
Aprenda a ser rebelde e diferente dos que te cercam
http://www.terra.com.br/jovem/
Confiram o texto sobre o estilo Pitty de ser.
É por essas e outras que eu acredito que a minha geração está fudida... :/
Confiram o texto sobre o estilo Pitty de ser.
É por essas e outras que eu acredito que a minha geração está fudida... :/
quinta-feira, agosto 04, 2005
A lista entregue à PF na segunda-feira pela gerente-administrativa da SMPB, Simone Vasconcelos, foi feita, segundo a Folha de S.Paulo, a partir de anotações do empresário Marcos Valério.
Entre os destinatários do dinheiro sacado, diretamente ou por meio de assessores ou familiares estão:
Deputado João Paulo Cunha (PT-SP) R$ 200 mil
Deputado Paulo Rocha (PT-PA) R$ 920 mil
Deputado João Magno (PT-MG) R$ 350 mil
Deputado Vadão Gomes (PP-SP) R$ 3,7 milhões
Deputado Josias Gomes (PT-BA) R$ 100 mil
Deputado Romeu Queiroz (PTB-MG) R$ 350 mil
Deputado Professor Luizinho (PT-SP) R$ 20 mil
Deputado José Borba (PMDB-PR) R$ 2,1 milhões
Deputado José Janene (PP-PR) R$ 4,1 milhões
Deputado Carlos Rodrigues (PL-RJ) R$ 400 mil
Valdemar Costa Neto (PL-SP) R$ 10,8 milhões
Diretório nacional do PT R$ 4,9 milhões
Diretório do PT no Distrito Federal R$ 605 mil
Diretório do PT no Rio Grande do Sul R$ 1,2 milhão
Diretório do PT no Rio de Janeiro R$ 2,67 milhões
Diretório do PT em Santa Catarina R$ 550 mil
Pessoas ligadas a Duda Mendonça R$ 15,5 milhões
Deputado estadual José Nobre Guimarães (CE) ** R$ 250 mil
Emerson Palmieri*** R$ 2,4 milhões
José Carlos Martinez **** R$ 1 milhã
oOutro deputado petebista R$ 418 mil
Márcio Lacerda ***** R$ 1 milhão
Lista de pessoas cujo voto é desaconselhável.
***
É, eu sei, tenho que voltar a escrever e começar a divulgar essa bodega!
Entre os destinatários do dinheiro sacado, diretamente ou por meio de assessores ou familiares estão:
Deputado João Paulo Cunha (PT-SP) R$ 200 mil
Deputado Paulo Rocha (PT-PA) R$ 920 mil
Deputado João Magno (PT-MG) R$ 350 mil
Deputado Vadão Gomes (PP-SP) R$ 3,7 milhões
Deputado Josias Gomes (PT-BA) R$ 100 mil
Deputado Romeu Queiroz (PTB-MG) R$ 350 mil
Deputado Professor Luizinho (PT-SP) R$ 20 mil
Deputado José Borba (PMDB-PR) R$ 2,1 milhões
Deputado José Janene (PP-PR) R$ 4,1 milhões
Deputado Carlos Rodrigues (PL-RJ) R$ 400 mil
Valdemar Costa Neto (PL-SP) R$ 10,8 milhões
Diretório nacional do PT R$ 4,9 milhões
Diretório do PT no Distrito Federal R$ 605 mil
Diretório do PT no Rio Grande do Sul R$ 1,2 milhão
Diretório do PT no Rio de Janeiro R$ 2,67 milhões
Diretório do PT em Santa Catarina R$ 550 mil
Pessoas ligadas a Duda Mendonça R$ 15,5 milhões
Deputado estadual José Nobre Guimarães (CE) ** R$ 250 mil
Emerson Palmieri*** R$ 2,4 milhões
José Carlos Martinez **** R$ 1 milhã
oOutro deputado petebista R$ 418 mil
Márcio Lacerda ***** R$ 1 milhão
Lista de pessoas cujo voto é desaconselhável.
***
É, eu sei, tenho que voltar a escrever e começar a divulgar essa bodega!
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